the truth
Esta é a historia que começa depois do tempo e antes da vida.
No começo havia o tempo infindável no espaço vazio, Kronos era senhor.
O mais ancião dos deuses era ele.
Era livre, senhor de si, sem niguem para amar realmente.
Um dia kronos conheçeu Lilith e teve uma perdição por esta humana divina.
Tão grande foi o arrebatamento que Kronos teve uma filha com ela.
Chamou-lhe Juno ( Luz da Noite)...
Juno foi educada longe dos prometeus e titãs que eram irmãos de Kronos.
Foi educada no jardim do eden pelos anjos e Lilith, cresceu na beleza para se tornar a deusa da lua.
Juno tinha quinze anos de aparencia quando conheçeu pela primeira vez o seu pai.
Já nessa altura juno era uma rapariga de estremas qualidades e violencia temperamental.
Coisas que so foram aumentando com o tempo.
Aos dezassete anos de idade para deusa Juno tomou conta do seu lugar entre os deuses...
Foi uma deusa de poucas envolvencias.
Teve duas relações com outros deuses, Hermes e Vulcano...
Antes de se casar contra a vontade dos deuses com Appolo.
Nascido entre as cavernas da euteopia o homem sappiens sappiens que inventou a forma de fazer o fogo.
Tinha sempre sido um homen calmo, dedicado ás pinturas rupestres e a contar os feitos da sua tribo.
Este homem durante muito tempo foi conteplado pela presença divina.
Zeus deus do trovão contemplava os seus movimentos.
Até que em certo momento este deus apareceu a este homem.
Zeus no seu grande poder fez deste homem um deus e chamou-o Appolo (guardião da luz solar)
Foi educado pelas ninfas na ilha dos prazeres no jardim das pomos aureas.
No inicio da civlização na idade dos gregos babilónicos fenicios e egípcios.
Os deuses juntaram-se aos humanos para dar a benção as colheitas humanos.
Nesse momento gerou-se um crime contra as regras dos deuses.
Apollo olhou para Juno e n comseguio evitar de fikar apaixonado.
Apollo deus solar deus da manhã e do dia aproximou-se da senhora eterna do luar e da noite.
Apollo: Meu deus mas que universo de beleza imensa que se contem nos seus olhos o deusa das noites e do altivo luar
Juno: È um olhar somente
Juno: Mais quente olhar é o seu senhor do fogo e da alvorada
Apollo:minha senhora rainha do meu contraste n comsegui deixar de tirar os olhos de si.
Apollo:Sei que se encontra prometida a Ares deus regente da guerra e de Esparta, mas posso caminhar so comsigo por ums momentos.
Juno: claro n axo que seja nenhum crime tal feito.
Caminharam durante umas varias horas contanto historias da sua juventude pareceres sobre o rumo dos humanos.
Apollo: jamais saberei o que é a felicidade senão a beijar neste momento.
Juno: então seja feliz meu senhor.
E num simples momento de eclipse total evadiram-se da festa de benção das colheitas ..
Nesse momento resplandeceu uma força maior que os deuses ( O Amor)
Mas este amor era um amor estradito.
Um amor contra as normas.
Fugindo da festa onde se encontraram pela primeira vez.
Tomaram rumo a um palaçio de marfim perolas e madre perola no centro da lua.
O pálacio era altivo e belo como a lua e luz do luar.
As suas superfiçes eram frias mas mas de uma belez extrema.
Toda a lua emanava frio.
Mas o eclipse que se proseguio encontrou uma forma de fazer desta um lar de fogo e calor, que so se encontra nos corações humanos quando se apaixonam.
Juno: este é meu lar o frio da noite o altivo ser belo implacavel na sua rota de escuridão.
Appolo: deusa da escuridão e da lua, deixa-me tornar o teu lar mais luminoso e caloroso para a tua pessoa nunca mais sentir frio durante o resto da eternidade.
Juno: meu belo luminoso sabes o que fruto de tal meu pedido seria pecado.
Apollo: minha bela nada no amor e pecado so nas mentes que não veem.
Juno: mas seria imperdoavel da minha parte pedir-te que sacrificases por mim e pela minha felicidade.
Apollo: n precisas de pedir sacrificio a tua felicidade e o meu bem estar.
Apollo: quero contenplar para sempre esse teu olhar divinamente belo que ultrapasa os limites da imaginação onde os astros se revolvem em danças.
Juno: tambem quero o teu calor proximo todos os momentos da minha eternidade.
Durante dois dias e duas noites ouve o mais profundo eclipse n so do sol e da lua como astros mas dos corpos de Juno e Apollo.
Ao terceiro dia Apollo tomou Juno nos seus braços e levou-a para o jardim de pomos aureas onde vivia com as sua familia as ninfas.
Quando chegaram, a deusa da noite deparou-se com um enorme jardim muito similar ao de eden onde tinha passado a sua juventude.
bastou um olhar e um aceno para descobrirem os dois que este seria o seu lar...
Em uma noite e um dia edificaram o mais palacio feito de marmores e pedras preciosoas ouro pratas e cupulas de diamante e cristal..
passou-se um ano e Juno tal como Apollo eram tão felizes que pediram a Kronos que os casa-se.
Mas voltando um dias atras. era um belo final de tarde que se estendia pelo lago a frente do coreto de marmores azuis e cristal...
Apollo encontrava-se sentado no marmero com os jovais cabelos de Juno estendidos sobre o seu colo enquanto o seu corpo se aninhava entre o chão e o leito do deus sol.
Apollo: meu amor, sei que o que te posso oferecer é uma vida contra as nossas regras no entanto é a essa a vida que mais quero.
Juno: minha felicidade meu bem meu calor, n comsigo viver longe de ti, se pecado for este amor então honro-me de ser pecadora.
depois de um calorosoo beijo trocado entre os dois qd o sol desaparecia para la das nuvems no céu Apollo levantou-se e pegou nas mãos de juno que agora se encontrava de pe e ao puxar de um anel feito do prorio fogo do sol com granadas incrustadas disse.
Apollo: minha amada tu es o inicio o principio da minha felicidade, es tudo o que se pode sonhar e até mais, és o meu verdadeiro amor aquele que é inseparavel quero mais que tudo faxer de ti minha mulher, aos olhos dos deuses e dos humanos, aceita este pequeno anel como se ele fosse os meus braços sempre dispostos para abarçar o teu corpo.
Juno: sim nada me daria mais satisfação do que ser a tua escolhida para a eternidade.
Juno: mas meu amor nada ficaria completo se n aceitares este anel que fiz com estrelas para que possas lenbrar que é es o unico astro que me aqueçe.
Apollo: então mete-me tal reliquia na minha mão pois eu estarei com ela prontamente aberta para receber tudo de ti.
Nesse final de tarde o pecado foi consomado ao som das vagas entoantes que saiam dos canticos das varias musas
Estas reunião-se para celebrar o noivado do amor do pecado e dos astros.
Casaram-se duas semanas depois diante do mesmo lago numa cerimónia presidida por Kronos deus do tempo.
A margem estava cheia de convidados tudo soava a beleza os deuses ofereciam a mais bela cerionia de casamento.
Ou então era so mesmo dos olhos dos noivos pois o amor que tinham tornava tudo mais doce mais calido mais belo.
Apollo: por sangue do meu sangue na viagem estrema desde tempo da eternidade ate a morte fundamental dos deuses para que se renove tudo eu ei de ser teu para todas as ocasiões o meu amor estara sempre contigo.
Juno: pelas estralas que me guiaram e que continuo a cender cada noite para que outros possam ver o seu caminho eu ei de ser tua ate k o fim dos deuses nos separe o amor por ti n morrerá nem diminuirá somente aumentará.
Kronos: pela divina força do tempo e das areias da eternidade que o amor que vos une n morra nunca e floresça como exemplo do verdadeiro amor.
Kronos: assim vos pronuncio deusa e deus marido e mulher.
O jubilo foi grande a alegria partilhada de mão em mão entre todos os presentes.
Quatro anos se seguiram a este casamento.
A sua felicidade n tinha limites dois filhos tinham saido deste casamento Fobos (deusa do medo) e Efesto (deus das construções)
Um casal divino duas crianças divinas uma algria extrame de dias passados nos jardims e de brincadeiras continuas.
Felicidade no seu explendor.
passaram-se 10 anos nisto a Efesto tinha feito doze anos a cerca de um mes.
quando a felicidade foi rompida por tres pessoas, tres seres divinos
(Zeus Odin e Ve) tres irmãos que se postravam pelas regras e que ao saberem do inconprimento destas vieram aplicar o seu castigo no casal que vivia segundo eles em pecado.
Zeus remeteu Apollo para a humanidade fazendo dele um espirito errante dentro de almas humanas e nefis.
Quanto a Juno Zeus tinha algo mais sordido em mente e meteu-a nas escarpas de atlas sobre uma maldição que seria fikar presa eternamente e durante o dia viria um corvo comer-lhe as entranhas sendo que durante elas renasçeriam.
Juno aguentou trez anos neste suplicio ate que Kronos seu pai soube disto.
Kronos obrigou Zeus a libertar Juno e pediu clemencia perante ela e o seu marido neste momento humano.
Zeus conconcordou que se estes se encontrasem num corpo humano e revivesem o seu amor de novo então ele teria errado e a maldição seria kebrada.
Juno tambem foi espatriada para corpos humanos.
A milenios que se procuram um ao outro...
Chegou o momento do reencontro...
Olá princesa do luar ( amo-te tish) vamos voltar para onde pertencemos.
Mas enkuanto n podemos.
Concede-me esta dança.


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