a arte de viver e morrer

na vida tal como a conçebemos tudo é arte.
respirar, falar, ver tuo tem o seu quê de mistério continuo.
nada do que somos realmente percebemos
nada mesmo.
somos um asteroide e ainda so percebemos um calhau do mesmo.
uma vez galileu disse que o sol tinha os mesmo componetes que as particulas humanas.
e concluio que o seu corpo era poeira de estrelas.
que visão magnifica.
gosto mt da ideia de galileu... n ter de ser compostos quimicos complexos que reagem de formas complicadas.
mas sim poeira de estrelas.
poeira simples como o sol, como sopro do deserto parte de algo maior
um átomo no figado de um deus maior.
de deus desconheçido mas que se preocupa.
algo que n posso explicar mas que se enreda e cria raizes em mim.
como me dizeram uma vez é como alimentarmos o nosso espirito de algo acenstralmente desonhecido.
como passos no vazio que nso prendem o estomago mas nos da tb um sentido de paz
como estar perdido e olhar para o lado possitivo.
quando estamos temos tudo a volta para esplorar.
perdidos por nao saber o caminho que escolher é melhor sitio para se estar
podemos explorar tud0 e n termos que conhecer nada...
dissem que quem não sabe é como quem n ve...
n acredito nessa teoria quem n sabe ve mais por que n quer saber so um tema
quer ve tudo pelo prazer n está obcecado por uma so parte do mundo
ser livre... de olhar e ser capaz de n ter de catalogar so apreciar isso é viver acima dos homens
isso é viver no poder do moomento presente gozando todas as suas ofertas

